Animais matemáticos, pesquisadoras brasileiras no topo: 5 destaques da ciência da semana

Publicado por Daniel Silva em

A produção científica não para e, por isso, volta e meia, tem novidades. Para te atualizar, separamos 5 notícias destaques da semana sobre inovações, descobertas do mundo inteiro e protagonismos de pesquisadoras brasileiras. Confira!

Animais podem fazer cálculo?

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Abelhas lembram o número de pontos de referência no trajeto a partir de suas colmeias até um campo de flores/reprodução/internet

Cognição animal é uma área de pesquisa que vem crescendo exponencialmente nos últimos anos, e suas descobertas vão te deixar de queixo caído. Um estudo recente publicado na revista científica Trends in Ecology and Evolution, diz que diversos animais têm a capacidade de processar e interpretar números, essas habilidades numéricas básicas são bastante difundidas no reino animal o que os garantem a sobrevivência.

As habilidades de interpretar e realizar cálculos eram entendidas como exclusivas de humanos, devido ao nosso desenvolvimento. Contudo, com este estudo, podemos observar que diariamente a maioria das espécies de animais realizam algum tipo de cálculo em tempo real, seja para buscar alimentos, desafiar um oponente, ou voltar para casa.

Quer entender mais sobre a forma dos animais de realizar cálculos? Veja a matéria completa aqui.

Maior prêmio de conservação ambiental do mundo premia pesquisadora brasileira

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Patrícia Medici no campo observando a Anta Brasileira/reprodução/internet

A conservacionista Patrícia Médici, exploradora da National Geographic, recebeu o Whitley Gold Award, principal prêmio da fundação Whitley Fund for Nature, do Reino Unido. O Brasil levou mais um com a bióloga Gabriela Rezende, que levou um Whitley Award.

As duas pesquisadoras fazem parte do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ), e são referências em pesquisa e conservação da anta brasileira (Tapirus terrestris) e do mico-leão-preto (Leontopithecus chrysopygus), respectivamente. Seus trabalhos se empenham na conservação das duas espécies símbolos da biodiversidade brasileira e agora receberam reconhecimento mundial. Veja a matéria completa aqui.

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Gabriela Rezende segurando um mico-leão-preto/reprodução/internet

Prêmio gigante da tecnologia nos EUA é dado a pesquisadora brasileira

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Cristine Hoespers sendo premiada /reprodução/M3AAWG Funarbe

Ainda falando de pesquisadoras brasileiras, temos mais uma mulher no pódio mundial da pesquisa, e desta vez na área da tecnologia da informação. Cristine Hoepers, doutora em computação aplicada, recebeu o prêmio Mary Litynski, dedicado a memória da mulher que ajudou a fortalecer o trabalho da Messaging, Malware and Mobile Anti-Abuse Working Group (M3AAWG), associação mundial de luta contra o abuso online contra usuários.

Doutora em computação aplicada pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), em São José dos Campos (SP), ela desenvolve pesquisa e treinamentos para reduzir abusos na internet . Veja a matéria completa aqui.

Maior buraco na camada de ozônio sobre o hemisfério norte se fechou

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buraco na camada de ozônio no Ártico/reprodução/internet

Um buraco na camada de ozônio que se abriu, este ano no Ártico, se fechou recentemente ‘sem precedentes’. Este foi o maior buraco observado, até o momento, no hemisfério norte, e foi causado por condições climáticas incomuns no local, conhecida como ‘vértice polar’.

Embora exista esperança que o escudos mais eficazes contra a radiação ultravioleta possa se recuperar, lentamente, o fechamento da lacuna não foi consequência de sua ‘cicatrização’. Sua abertura e fechamento ocorreu devido a ciclos climáticos anuais locais. Veja a matéria completa aqui.

Único dinossauro aquático é conhecido por descoberta de fóssil

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Spinosaurus aegyptiacus dinossauro aquático/reprodução/Davide Bonadonna / National Geographic magazine

Até o momento, era um consenso que os antigos habitantes da Terra eram exclusivamente terrestres. No entanto, esse quadro mudou com a descoberta de um fóssil que prova o primeiro dinossauro aquático, com estudo publicado na revista Nature.

O espinossauro (Spinosaurus aegyptiacus), que era um mistério para a ciência por falta de evidências, finalmente foi compreendido após descobertas de fósseis de sua cauda adaptada para se locomover em ambientes aquáticos. A escavação foi feita em Marrocos, por pesquisadores da Universidade Hassan II em Casablanca. O dino era um predador feroz, de até 15m de comprimento, maior que o temido Tyrannosaurus rex. Veja a matéria completa aqui.


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